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Trânsito já matou cinco este ano

Cinco pessoas morreram vítimas de acidentes de trânsito registrados neste ano em Três Lagoas, em 2016, foram 14 mortes

Por Ana Cristina Santos
03/06/2017 • 09h41
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De janeiro a maio deste ano, cinco pessoas morreram em acidente de trânsito em Três Lagoas. No mesmo período de 2016, foram duas mortes. Em todo o ano passado, o trânsito três-lagoense matou oito pessoas, segundo os dados do setor de estatísticas da Polícia Militar, e 14, de acordo com o setor de estatísticas do Departamento Municipal de Trânsito. A diferença ocorre porque a polícia contabiliza apenas mortes ocorridas no local do acidente, ou pouco depois, enquanto o órgão municipal considera período até 30 dias após.

Das cinco mortes registradas neste ano, duas ocorrem em fevereiro e três em maio. A última foi a de Karen Priscila, de 24 anos, que se envolveu em um acidente na noite de sexta-feira (26), na avenida Capitão Olyntho Mancini.

Outra morte foi a de José Weliton Rocha da Silva, de 18 anos, que morreu atropelado por um caminhão que havia sido furtado poucas horas antes do acidente, na avenida Clodoaldo Garcia, no dia 24. A terceira morte registrada no mês passado foi a do motociclista Walter de Jesus Pereira Leandro, de 29 anos, que morreu numa batida, dia 18, no cruzamento da avenida Jari Mercante com a rua Orestes Prata Tibery, no bairro Jardim Primaveril.

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Cobrança

Preocupados com a quantidade de acidentes na cidade, vereadores cobraram na sessão de terça-feira (30) a instalação de mais redutores de velocidade (lombadas) em avenidas.

O vereador Ivanildo Teixeira (PSB) pediu a instalação de mais um redutor na Olyntho Mancini - via que foi recapeada no final do ano passado e que, em razão disso, segundo o vereador, motoristas abusam da velocidade.

O vereador Adriano César Rodrigues (PSC) pediu a instalação de lombada na avenida Filinto Müller, região do bairro Santo André. E cobrou já ter feito o mesmo pedido anteriormente.

Departamento

A diretora do Departamento Municipal de Trânsito, Creuza Ramos, disse que as mortes ocorrem, geralmente, em vias pavimentadas e sinalizadas. “Não houve [o acidente] por falta de sinalização. Não somos peritos, mas se analisarmos, podemos observar que houve falha humana. Em dois acidentes, condutores invadiram a [faixa] preferencial, onde há o sinal de ‘pare’, que não foi respeitado”, disse.

Creuza Ramos considera a Olyntho Mancini “bem sinalizada” porque três lombadas eletrônicas funcionam na via. “A questão mesmo é de comportamento. O Código de Trânsito, inclusive, não permite que redutores de velocidade sejam implantados sem um estudo de viabilidade. Não é isso que vai diminuir os acidentes e sim a mudança no comportamento dos motoristas”, observou.

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