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Indicadores

O mercado do ensino superior foi atingido

Leia a coluna Indicadores do Jornal do Povo deste sábado (6)

NOVA EDUCAÇÃO
O mercado do ensino superior, altamente competitivo antes da pandemia, foi atingido por um verdadeiro tsunami. Os projetos de expansão, por exemplo, tiveram que ser revistos e, ao lado deles, os projetos de modernização, com renovação de todo o parque tecnológico das escolas, adoção das novíssimas tecnologias, tanto para os cursos presenciais quanto para os de educação à distância. As fusões que vinham sendo negociadas também ficaram congeladas. Enfim, um silêncio pedagógico e econômico que só será quebrado quando as aulas voltarem ao normal. Isto é, ao novo normal…

SOMBRAS AFASTADAS
A ministra da Agricultura Tereza Cristina, que continua dirigindo sem maiores problemas sua ilha de eficiência do governo federal, acaba de receber as boas notícias a indicarem que o agro negócio continua próspero e segurando a estatística da recessão praticamente sozinho. Ao mesmo tempo tem conseguido, apesar dos pesares, afastar problemas na relação com parceiros importantes como a China. As sombras de uma demissão, no vácuo do afastamento de Mandetta da Saúde, tudo indica estão afastadas.

LADEIRA ABAIXO
O governo federal finalmente saiu da zona de conforto onde havia se colocado desde a pandemia, no que diz respeito à liberação de crédito para as empresas. O Banco Central liberou limites para que os bancos pudessem socorrer as empresas, mas o crédito não acontecia. Entre outras razões, por não haver uma política de garantia, que finalmente está sendo criada. Enquanto empurrava ladeira acima os “bancões” nada estava dando certo.  Agora eles vem ladeira abaixo em busca dos clientes.