
A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) firmou, neste mês, dois novos acordos internacionais com instituições do Paraguai e do Equador, com foco no fortalecimento da pesquisa científica e no intercâmbio acadêmico.
As parcerias envolvem a Universidade Nacional de Assunção, no Paraguai, e a Universidade Estadual da Península de Santa Elena, no Equador.
Os convênios ampliam a atuação da universidade sul-mato-grossense em redes internacionais e devem impactar diretamente a formação de pesquisadores e estudantes, além de estimular projetos conjuntos e a troca de experiências entre instituições.
Segundo o diretor da Agência de Internacionalização (Aginter), Gustavo Cancio, a cooperação com universidades estrangeiras contribui para a inserção da UFMS em ambientes acadêmicos globais.
“Os pesquisadores passam a integrar redes internacionais, o que favorece o intercâmbio de conhecimentos, metodologias e boas práticas, além do desenvolvimento de projetos com maior impacto”, afirmou.
Cooperação científica com o Paraguai
O acordo com a universidade paraguaia está voltado ao fortalecimento da cooperação científica por meio do projeto “Desreplicação e bioprospecção biológica de extratos de Chamaecrista desvauxii (Fabaceae): uma busca por moléculas bioativas”.
A iniciativa é coordenada pela professora Denise Brentan, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Alimentos e Nutrição (Facfan), e tem como objetivo identificar moléculas com potencial científico e tecnológico.
O projeto busca ampliar o conhecimento sobre espécies vegetais e contribuir para pesquisas nas áreas farmacêutica, biotecnológica e ambiental.
Intercâmbio com o Equador
Já o acordo com a instituição equatoriana está voltado principalmente à mobilidade acadêmica. A parceria prevê o intercâmbio de estudantes de graduação e pós-graduação e tem validade até 23 de janeiro de 2031.
As vagas e os critérios para participação devem ser divulgados futuramente no quadro de oportunidades de Mobilidade Acadêmica Internacional 2026, disponível nos canais oficiais da universidade.
A expectativa é que o convênio facilite a circulação de alunos e pesquisadores, ampliando experiências acadêmicas em outros países da América Latina.
Além do intercâmbio de estudantes, as parcerias também favorecem o acesso a bases de dados, laboratórios, fontes de financiamento e projetos colaborativos, considerados fundamentais para a consolidação da produção científica.
*Com informações da UFMS