RÁDIOS
Três Lagoas, 24 de fevereiro

Azul vai ter passagens mais baratas para passageiro que não despachar bagagens

Companhia informou que vai manter os preços praticados atualmente

Por Sérgio Colacino
09/03/2017 • 18h20
Compartilhar

A companhia aérea Azul informou hoje (9) que vai oferecer uma nova opção de tarifa com preços reduzidos para quem não despachar bagagens. A empresa disse que vai continuar oferecendo a franquia de bagagens de 23 quilos em seus voos domésticos e manterá os preços das passagens aéreas praticados atualmente. Em Três Lagoas, a companhia oferece vôos para Campinas (SP).

A permissão para que as empresas aéreas cobrem para despachar as bagagens, aprovada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), vale para quem comprar passagens a partir do dia 14 deste mês. O peso permitido para a bagagem de mão vai passar de 5 quilos para 10 quilos. Entretanto, o Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP) entrou com uma ação hoje, em caráter liminar, pedindo a suspensão da regra. O pedido ainda será analisado pela Justiça.

O cliente que optar pela nova categoria Azul pagará mais barato pela passagem na comparação com a tarifa atual e poderá escolher pela compra ou não do serviço de bagagem despachada. Se mudar de ideia, o passageiro poderá incluir os 23 kg de bagagem a qualquer momento por R$ 30 e, caso ultrapasse essa cota, será mantida a atual cobrança por quilo excedente.

Nos voos da Azul com destino aos Estados Unidos e à Europa, os clientes poderão despachar dois volumes de 23 quilos cada, no caso da classe econômica, e três volumes de 23kg, para a primeira classe. O volume extra vai custar US$ 100. Para os voos na América do Sul, a franquia será de um volume de até 23 kg de bagagem por cliente, e o volume extra vai custar US$ 50 por volume. (Com informações da Agência Brasil)

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.

Mais de JPNews Três Lagoas