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Infestação do Aedes sobe e gera estado de alerta

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, isso se deve ao período de chuvas em que os cuidados precisam ser redobrados

Por Kelly Martins
22/01/2017 • 15h14
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O índice de infestação do mosquito Aedes aegypti aumentou no mês de janeiro, em Três Lagoas, e atualmente é de 1,5%, valor considerado “médio risco” ou “alerta”, pelo Ministério da Saúde. Esse é o resultado do primeiro Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa) de 2017, realizado entre os dias 4 e 10 deste mês. Mais de mil casas foram visitadas pelos agentes de saúde no período. Se comparado com levantamentos do último do ano, houve aumento de 0,9%.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, isso se deve ao período de chuvas  (dezembro a março) em que os cuidados precisam ser redobrados para evitar a proliferação do mosquito. Em novembro de 2016, o índice foi de 0,6%. A pasta não divulgou os bairros com maior concentração do inseto. 

Com base no LIRAa, várias ações serão mantidas e outras implementadas, como visitas aos imóveis para orientações, arrastões com eliminação ou tratamento dos depósitos. A maioria dos focos está em residências. O secretário de Saúde, Cassiano Maia, ressalta que a Vigilância em Saúde já trabalha para reforço das campanhas. Por outro lado, diz que o aumento no índice já era esperado e que a situação está dentro do controle. No ano passado, os agentes de saúde e do setor de endemias atuaram em conjunto com o Exército Brasileiro, que realizou uma força-tarefa na cidade no combate ao mosquito.

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Até o momento não há notificação de dengue em Três Lagoas. Em 2016, foram mais de 1,4 mil casos suspeitos registrados. Conforme o Ministério da Saúde, os índices de infestação predial são avaliados como, inferiores a 1%, estão em condições satisfatórias , de 1% a 3,9%, estão em situação de alerta, e superior a 4%: há risco de surto de dengue. 

Terrenos baldios

O município tem cerca de seis mil terrenos baldios e essa é uma grande preocupação quando o assunto é dengue. De acordo com o secretário municipal de Obras, Dirceu Deguti, haverá reforço na fiscalização e a punição contra os proprietários deverá ser feita com mais rigor.

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