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Radares instalados nas BR-262 e BR-158 em Três Lagoas são desligados

Alguns equipamentos estão sem funcionar após rompimento de contrato pelo Dnit

Por Kelly Martins
26/12/2017 • 12h00
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Alguns radares móveis e lombadas eletrônicas administrados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), nas rodovias federais que cortam Três Lagoas, não estão funcionando. Eles foram desligados e a fiscalização do controle de excesso de velocidade deixou de ser feita após o término dos contratos com as empresas terceirizadas. A contratação ainda não foi renovada.

O desligamento ocorreu no dia 10 de dezembro em diversas regiões do país. Dessa forma, segundo informações repassadas ao JPNEWS pelo Dnit, Três Lagoas possui oito equipamentos, entre radares e lombadas. Quatro estão instalados na BR-262, que liga Três Lagoas a Campo Grande, e outras quatro na BR-158, que dá acesso aos municípios de Selvíria, Inocência, Brasilândia, por exemplo.

No entanto, o órgão não informou quantos radares estão desligados por questão de segurança. Também não há informações sobre a renovação do contrato. A preocupação na hora de pegar a estrada é por ser um período de fluxo intenso de veículos nas rodovias por conta das comemorações do final do ano, viagens, férias.

Para evitar excesso de velocidade e imprudência de motoristas, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que tem intensificado o monitoramento nas rodovias com radares portáteis em diversos pontos. O objetivo é evitar acidentes e promover um trânsito mais consciente. 

Confira abaixo a nota do Dnit:

"O Dnit suspendeu o funcionamento de parte de seus  3.005 radares de velocidade instalados nas rodovias federais, inicialmente por questão de restrição orçamentária, já resolvida. Foram mantidos os redutores instalados nas travessias urbanas, que são aqueles com display que mostra a velocidade ao passar pelo equipamento. Assim, a maior parte dos radares de velocidade continua funcionando.

O Dnit  promoveu licitação para implantação dos radares nas rodovias federais, cujo resultado foi divulgado há mais de um ano e no qual foram obtidos significativos descontos. Este resultado vem sendo seguidamente questionado na Justiça com recursos de empresas insatisfeitas com o resultado. Muitas destas empresas hoje têm equipamentos instalados nas rodovias federais por meio de contratos emergenciais que o Dnit foi obrigado a firmar a fim de manter o serviço de fiscalização de velocidade". 

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