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Mato Grosso do Sul, 25 de junho

MPF pede bloqueio de bens de Mário Celso Lopes que segue preso em Três Lagoas

Empresário segue detido na sede da Polícia Federal da cidade e aguarda habeas corpus para ser liberado

Por Ana Cristina Santos
08/03/2017 • 17h16
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Além de ter a prisão temporária decretada pela Justiça Federal de Brasília, o Ministério Público Federal (MPF) do Distrito Federal, solicitou o bloqueio de bens, ativos, contas bancárias e investimentos pertencentes a MCL Empreendimentos e Negócios, MCL Participações, Mário Celso Lopes, Mário Celso Lincoln Lopes e Eucalipto Brasil S.A.

Além disso, o MPF requereu também o sequestro de bens imóveis e cotas sociais dos investigados.  Em caso de condenação, o Ministério Público Federal pretende assegurar reparação de prejuízo causado aos fundos de pensão, estimada em R$ 1,7 bilhão.

Investigações relevam que Mário Celso teria participado da constituição da Florestal S/A. Ele seria o principal sócio da MCL, que se aliou ao Grupo J&F Investimentos para a formação da companhia, que teria recebido, posteriormente, aportes financeiros da Petrobras e Funcef, entre 2009/2010.

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Segundo o MPF, o empresário , seu filho e outros investigados fraudaram fundos de pensão como o Petros e o Funcef, que, juntos, investiram cerca de R$ 550 milhões no Fundo de Investimentos em Participação (FIP) Florestal, antiga Florestal S/A, empresa criada por Lopes.

Ainda de acordo com o MPF, estima-se que o prejuízo causado aos fundos de pensão chegue a R$ 1,7 bilhão. Por esse motivo, o MPF pediu o bloqueio dos bens do empresário, do seu filho, da Eucalipto Brasil e de outras empresas ligadas aos investigados.

PRISÃO
O empresário está detido na sede da Polícia Federal de Três Lagoas. No período da tarde esteve na sede da Justiça Federal da cidade, e logo retornou para a delegacia, onde permanece detido.  Ele foi preso na manhã desta terça-feira (8), em Andradina (SP), pelos policiais federais de Três Lagoas.

O mandado de prisão temporária, contra o empresário, antigo parceiro de negócios da holding J&F,  é fruto da  2ª fase da Operação Greenfield , deflagrada na manhã de hoje . Ainda não se sabe se o empresário será liberado hoje, ou se será encaminhado para Brasília. A reportagem apurou que os advogados do empresário, que são de Brasília, tentam conseguir um habeas corpus.


Empresário deixou a sede da PF de Três Lagoas na tarde desta terça-feira para ir ao prédio da Justiça Federal, e logo retornou 

 

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