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INFRAESTRUTURA

Obras de R$ 236,8 milhões vão restaurar 148 km de rodovias entre Tacuru e Eldorado

Intervenções nas MS-156 e MS-295 incluem recuperação total do asfalto, terceiras faixas e nova sinalização em quatro municípios do sul do Estado

Intervenções nas MS-156 e MS-295 incluem recuperação total do asfalto - Foto: Chico Ribeiro/Seilog
Intervenções nas MS-156 e MS-295 incluem recuperação total do asfalto - Foto: Chico Ribeiro/Seilog

Um conjunto de obras de restauração rodoviária vai recuperar 148,1 quilômetros de estradas estaduais entre Tacuru e Eldorado, no sul de Mato Grosso do Sul. O investimento informado para os trabalhos é de R$ 236,8 milhões, com intervenções previstas em trechos das rodovias MS-156 e MS-295, que passam pelos municípios de Amambai, Tacuru, Iguatemi e Eldorado.

As melhorias incluem recuperação completa do pavimento, implantação de terceiras faixas em pontos considerados estratégicos e modernização da sinalização horizontal e vertical, com foco em segurança e melhor fluxo de veículos, especialmente caminhões que transportam produção da região.

As frentes de serviço começaram na primeira quinzena de janeiro pelo chamado lote 2 da MS-156, trecho que, segundo o cronograma, concentra as maiores demandas de recuperação.

Trechos atendidos e valores por segmento

De acordo com a divisão apresentada, a obra será executada em quatro segmentos principais:

  • MS-156: trecho entre Amambai e a divisa entre Coronel Sapucaia e Tacuru, com 32 km, investimento de R$ 41,1 milhões;
  • MS-156: divisa entre Coronel Sapucaia/Tacuru até o acesso ao município de Tacuru, com 32,5 km, investimento de R$ 44,8 milhões;
  • MS-295: no município de Tacuru, trecho de 37,4 km, investimento de R$ 64,7 milhões;
  • MS-295: entre Eldorado e Iguatemi, também com 37,4 km, investimento de R$ 86,1 milhões.

A execução dos serviços está sob responsabilidade da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), com coordenação da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog).

Corredor regional usado por moradores e transporte de cargas

A recuperação do trecho deve afetar diretamente o deslocamento de moradores e trabalhadores que utilizam essas rodovias no dia a dia. Além disso, as estradas são usadas para o transporte de cargas e o escoamento de produtos agrícolas e pecuários do Cone Sul.

A justificativa apresentada para o pacote de obras é melhorar as condições de tráfego e reduzir custos logísticos em uma região que concentra produção de grãos, mandioca e pecuária, além de conectar cidades com forte circulação entre si.

Terceiras faixas e sinalização devem melhorar tráfego

Entre as intervenções previstas, a implantação de terceiras faixas aparece como uma das principais medidas para melhorar o fluxo, principalmente em pontos de maior movimentação e trechos em que veículos pesados reduzem a velocidade do trânsito.

A obra também prevê atualização da sinalização, tanto horizontal quanto vertical, o que pode reduzir riscos em segmentos críticos, especialmente em áreas de ultrapassagem e maior tráfego.

O Governo do Estado afirma que a restauração busca atender uma demanda antiga de moradores e usuários dessas rodovias, consideradas rotas importantes para integração entre municípios do sul do Estado.

*Com informações do Governo de MS