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Discussão sobre voto impresso "esquenta clima" entre políticos

Reação no Congresso Nacional foi imediata e temor de "golpe" repercutiu em todos os Poderes

Por Adilson Trindade
23/07/2021 • 15h20
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As ameaças à realização das eleições em 2022 atribuídas ao ministro da Defesa, Walter Braga Netto, se não for com discussão sobre o 'voto eletrônico auditável por meio de comprovante impresso', esquentou ainda mais o clima já tenso em Brasília. A reportagem sobre essas ameaças  foi publicada ontem pelo jornal O Estado de S.Paulo. O temor de golpe repercutiu em todos os Poderes. A reação no Congresso Nacional foi imediata. A repercussão bateu também na porta do Judiciário. Alguns Parlamentares de Mato Grosso do Sul não ficaram calados e manifestaram a preocupação com os sinais de golpismo no País.

De acordo com o jornal, Braga Netto disse ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, que não haverá eleições no próximo ano sem a aprovação do voto impresso pelo Congresso. Em nota, o ministro da Defesa emitiu opinião sobre o sistema eleitoral e negou que tenha usado interlocutores para se comunicar com o presidente da Câmara. Lira também negou ter recebido o recado do ministro. Mas o estrago já estava feito. Confira a coluna de Adilson Trindade: 

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