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Pedidos de doação de sangue para segurança baleado em tabacaria são falsos, diz hospital

Mensagem falando sobre necessidade de doação sanguínea tipo O+ está circulando em redes sociais

 - Reprodução/WhatsApp
- Reprodução/WhatsApp

Circula desde a manhã desta quarta-feira (8) mensagens em redes sociais de moradores de Três Lagoas com pedidos de doação sanguínea do tipo O+ para o segurança da tabacaria, Fernando Farhat, de 32 anos, que foi alvo de disparos de uma arma calibre 38 na madrugada de domingo (5). O pedido, no entanto, não é necessário e trata-se de um boato, segundo informou a assessoria de imprensa do Hospital Auxiliadora, onde Farhat está internado.

A mensagem circula, principalmente, em grupos de WhatsApp e os dizeres são de que: “ele [Fernando] está precisando de sangue O+, quem puder ir doar no Hemossul das 7h às 11:30… O hospital está precisando de todo tipo de sangue, bora lá galera, vamos ajudar, vamos colaborar”. E ainda diz: “quem não puder ajudar doando, ajude repassando!”.

O hospital informou à reportagem que “o paciente não necessita de nenhum tipo de doação”.

Estado de saúde

Fernando Farhat permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Auxiliadora em observação médica, consciente e orientado, se recupera bem.

O caso

Fernando Farhat foi uma das três vítimas de Márcio Pereira Viana, que atirou na porta de entrada da tabacaria após ser retirado do local por seguranças ao se envolver em uma briga.

Os tiros atravessaram a porta e feriram três pessoas. Uma delas, o músico Pele Negra, não resistiu e morreu a caminho do hospital.

A outra vítima, Gilberto dos Santos Ferreira, de 21 anos, é funcionário da tabacaria. Ele foi alvejado no braço e teve uma fratura e recebeu alta horas depois de ser atendido.