
O governador Reinaldo Azambuja tratou, nas diversas reuniões realizadas na última quinta-feira em Brasília, de assuntos relacionados ao desenvolvimento de Mato Grosso do Sul e à segurança para a população do Estado.
Na audiência com o ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, Reinaldo informou que Mato Grosso do Sul necessita, com urgência, do apoio para a consolidação de incentivos fiscais estaduais, que se encontra em discussão no Supremo Tribunal Federal.
Ele pediu a ampliação dos recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para que o Estado possa continuar trilhando o caminho de desenvolvimento efetivo e proporcionando melhores condições de vida à população.
O governador também requisitou agilidade nos processos licitatórios envolvendo a Ferrovia Norte-Sul, que liga Mato Grosso do Sul a São Paulo, e apoio a projetos de reestruturação e recuperação do setor sucroalcooleiro energético. “É uma demanda urgente e importante para o desenvolvimento regional”, explicou o chefe do Executivo estadual.
Já com o vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Hermínio Basso, Reinaldo reivindicou agilidade na análise do projeto da Companhia Rio Pardense de Papel e Celulose (CRPQ) para contribuir para a expansão dos investimentos e adensamento da cadeia produtiva florestal.
Ele informou que a empresa foi contemplada com a aprovação de seu projeto no âmbito da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco) e que o processo encontra-se em análise na Caixa Econômica Federal.
“Ressalto que o referido projeto é de suma importância para o desenvolvimento deste Estado e da Região Centro-Oeste. Atualmente, a empresa já possui 30 mil hectares de eucaliptos plantados, que serão a sua base de produção”, disse.
O Governo do Estado já concedeu incentivos fiscais e liberou a licença ambiental para contribuir para a viabilidade e sucesso do projeto.
SEGURANÇA
Em relação à segurança pública, Reinaldo fez um panorama da situação atual em Mato Grosso do Sul ao ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, explicando a necessidade de maior investimento na área de fronteira.
Dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul, 44 estão em área de fronteira. O Estado possui aproximadamente 1.500 quilômetros de fronteira seca com Paraguai e Bolívia.