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Campo Grande, 20 de maio

"Programa Nacional de Imunização não pode retroceder", pede presidente da Associação Médica de MS

Brasil apresenta redução drástica da cobertura das duas doses do tríplice viral, responsáveis por prevenir a caxumba, rubéola e o sarampo

Por Isabelly Melo
12/05/2022 • 14h30
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Nos últimos três anos, o Brasil tem registrado queda na cobertura vacinal contra diversas doenças infecciosas graves, como caxumba, poliomielite, rubéola, sarampo e tuberculose. Os dados mais recentes do Ministério da Saúde apontam ainda redução nos indicadores dos principais imunizantes previstos no calendário do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Como consequência, a país apresenta redução drástica da cobertura das duas doses do tríplice viral, responsáveis por prevenir a caxumba, rubéola e o sarampo. A 1ª dose da vacina caiu de 93,12%, para 70,52% entre 2019 a 2021. No mesmo período, a 2ª dose teve baixa de procura de 81,55% para 49,31%, sendo que a meta do PNI é manter a cobertura vacinal acima de 95%.

O presidente da Associação Médica de Mato Grosso do Sul (AMMS), Justiniano Barbosa Vavas, disse que a ideia de estar tudo bem, sem novas epidemias dessas doenças, dá a muitas pessoas a falsa ideia de que não precisam se preocupar.

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“Então, o poder público tem que retomar a rédea e fazer campanhas realmente muito fortes de não aviso às pessoas, mas de conscientização de que o Programa Nacional de Imunização deve ser um ato continuo, ele não pode retroceder, ele tem que só crescer”, afirmou.

Confira a entrevista completa:

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