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Campo Grande, 13 de agosto

"Tom Brasil" deve ser transferido para presídio de MS em breve

Condenado por crimes sexuais, coreógrafo foi preso pela DEPCA de Goiás nesta semana

Por Thais Cintra
06/08/2021 • 08h00
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Foragido desde 2017, o professor de dança conhecido como Tom Brasil foi preso pela Polícia Civil do Estado de Goiás nesta quinta-feira (5). Segundo a Delegacia Especializada no Atendimento à Criança e ao Adolescente (DEPCA), a Polícia Civil de MS deu cumprimento a quatro mandados de prisão ao coreógrafo, por crimes contra dignidade sexual de adolescentes, entre estupro, corrupção de menores e violação sexual mediante fraude. O condenado vai passar por audiência de custódia e será recambiado para o Mato Grosso do Sul.


Acusado dentro da viatura da Poícia Civil de Goiás - Foto: PCMS 

Conforme dra. Fernanda Félix, titular da DEPCA em Campo Grande e que acompanhou o caso junto à polícia de Goiás, Ewerton Cesar Ferriol Icasati foi preso em uma via pública, próxima à uma academia de ginástica em Goiânia. “Parece que a academia é da atual namorada/parceira dele. Na ocasião, foram cumpridos quatro mandados de prisão em aberto decorrentes de quatro processos distintos de sentença condenatória. Somando tudo, as penas já ultrapassam nove anos, cinco meses e 10 dias de condenação”, afirmou.

Em Goiânia, todos os presos são submetidos por audiência de custódia, o que não ocorre em Campo Grande, segundo a delegada. “Aqui na capital, somente presos em flagrante passam por audiência de custódia, mandados de prisão no estado não são submetidos pelo procedimento. A delegada de Goiânia solicitou o encaminhamento dele para Mato Grosso do Sul”, explicou.

A série de denúncias e registros de boletins de ocorrência contra o coreógrafo iniciou em 2015 e se estendeu até 2017. Foram instaurados dez inquéritos policiais, sendo seis pelo crime de estupro.

Nossa equipe de reportagem tentou entrar em contato com a defesa de Ewerton, porém não conseguimos esclarecimentos. Em 2017, quando as denúncias ainda estavam sendo apuradas, ele afirmou à imprensa local que era inocente.

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