
O preço do óleo diesel recuou em Três Lagoas na primeira semana de dezembro. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). De acordo com levantamento de preços, consultado nesta terça-feira, os preços do combustível em Três Lagoas variam de R$ 2,790 (preço mínimo) e R$ 3,140 (máximo) . O valor médio é R$ 3,008 o litro, sete centavos mais barato quando comparado à última semana de novembro, quando o valor médio era R$ 3,074 (R$ 2,899 o mínimo e R$3,148, o máximo).
Em contrapartida, o valor da gasolina teve um pequeno aumento em dezembro quando comparado com o mês anterior. Até a semana passada, o valor médio do combustível era R$ 3.793, sendo R$ 3,599 o mais barato e R$ 3,896, o mais caro. Na última semana de novembro, o preço médio era de R$3,769 (R$ 3,549 o menor valor e R$ 3.892, o maior valor encontrado).
O mesmo aconteceu com o etanol, que de R$ 2,938 passou a ser comercializado a R$ 2,961, em média, nos postos da cidade, entre um mês e outro. Atualmente, o combustível pode ser encontrado a R$ 2,799 no lugar mais em conta e a R$ 3,095, no mais caro.
Em outubro deste ano, o Programa de Defesa e Proteção ao Consumidor de Três Lagoas realizou uma pesquisan de preços nos postos de combustíveis da cidade. De acordo com o diretor do órgão, Amílson Ferreira Torres, no levantamento ficou comprovado que não há no município alinhamento de preços (formação de cartel). “O que acontece em Três Lagoas é que mais de um posto pertence à mesma rede. Mas não há alinhamento de preços. Por isso, a orientação é que o consumidor pesquise antes de abastecer”, destacou.
O Procon de Três Lagoas também descartou, com base nesse levantamento, que também comparou aos outros municípios do Estado, a possibilidade de reajuste abusivo em Três Lagoas. “Isso não quer dizer que não vamos fiscalizar. Caso haja reclamações, faremos um novo levantamento”, lembrou o diretor.
Nesta semana, o governo do Estado anunciou que a partir do dia 1º de janeiro a alíquota do ICMS do diesel voltará a ser de 17% em Mato Grosso do Sul. Em julho deste ano, o Estado havia reduzido a alíquota para tornar o combustível mais competitivo. Entretanto, a decisão não gerou o retorno desejado.