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Tribunal de Justiça nega liberdade à vereadora Marisa Rocha

Marisa está presa desde a semana passada no presídio feminino de Três Lagoas, apontada como chefe de organização criminosa

Por Ana Cristina Santos
12/03/2019 • 09h27
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O desembargador Rui Celso, do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJ/MS), negou liminar e manteve a prisão preventiva da vereadora licenciada Marisa Rocha (PSB), atual secretária de esportes da Prefeitura de Três Lagoas.

A defesa dela entrou na sexta-feira (8) com pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça do Estado para que a parlamentar pudesse responder em liberdade pelo crime de que é acusada.

Marisa está presa desde quarta-feira (6) no presídio feminino de Três Lagoas, apontada como chefe de organização criminosa especializada no tráfico de drogas.

A prisão é decorrente de investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) durante Operação Themis 2, realizada em janeiro deste ano, com escutas telefônicas, depoimentos e apreensão de provas, inclusive celulares e computadores. A operação encontra-se em fase conclusiva, segundo o Gaeco.

As investigações começaram com um pedido de apoio da Promotoria de Justiça para esclarecer uma possível ameaça de morte contra uma promotora de Justiça da cidade.

 “Temos que a prisão da minha cliente, fora infortúnio. Ela foi pega num turbilhão de situações em que a única motivação dela, era de ajudar os outros (sic)", diz nota encaminhada ao Jornal do Povo pelo advogado e filho da vereadora, Juliano Rocha de Moraes, na sexta-feira (8).

Desde a prisão, Marisa está em uma cela do presídio, com outra detenta, segundo a agência estadual que administra presídios, porque a parlamentar possui diploma de curso superior. O presídio possui, atualmente, 83 detentas.  

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