Ediberto da Silva Menezes Filho, de 30 anos, acusado de ser o responsável pelo laboratório clandestino de canabidiol, substância extraída a partir da maconha, teve a prisão preventiva decretada nesta quinta-feira (28). A prisão preventiva significa que o juiz determinou a prisão de uma pessoa antes do julgamento final, como uma medida para garantir a ordem pública, assegurar a aplicação da lei penal, ou facilitar a investigação e o andamento do processo judicial.
Entenda o caso
O laboratório clandestino de canabidiol localizado no bairro Parque Alvorada foi descoberto em uma ação conjunta do SIG (Setor de Investigações Gerais), NRI (Núcleo Regional de InteligênciaI) e da Defron (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira). O local foi fechado pela polícia na quarta-feira (27).
No local, os policiais apreenderam diversos pacotes de skunk, totalizando aproximadamente 7 quilos, além de cerca de 30 frascos de canabidiol prontos para comercialização e aproximadamente 30 frascos em processo de produção.
De acordo com informações policiais, cada frasco do produto chegava a valer cerca de R$ 800 no mercado ilegal.
Durante a operação, também foram encontrados dois simulacros de arma de fogo e três munições. Ediberto responderá por tráfico de drogas, posse de arma de uso restrito e porte de arma de uso permitido.