
O novo documento de identificação do brasileiro, o Registro de Identidade Civil (RIC), lançado nesta quinta (30) pelo governo, só estará disponível para toda a população em nove anos.
O prazo foi definido pelo Ministério da Justiça, responsável por centralizar o processo, com o auxílio dos institutos de identificação de cada Estado. Em 2011, só 2 milhões de pessoas em sete cidades do País – Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Hidrolândia (GO), Ilha de Itamaracá (PE), Nísia Floresta (RN) e Rio Sono (TO) – terão o direito de emitir o novo documento.
Todas vão ser selecionadas com antecedência pelo governo e serão comunicadas por carta. No começo, só poderá emitir quem receber o convite. Mesmo se morar na cidade, a pessoa não poderá fazer o pedido caso não tenha sido escolhida.
O Ministério da Justiça esclareceu que a restrição inicial atende a Estados que já têm estrutura para colher todos os dados e de pessoas que já possuem título eleitoral com registro biométrico, com identificação digital dos dedos. Segundo a pasta, 2011 será um ano de “ajustes nos processos e rotinas dos órgãos envolvidos”.
Os atuais documentos de identificação, como o RG, o CPF, certidões de nascimento e casamento, carteiras de motorista e passaporte não perderão a validade mesmo quando o novo RIC for emitido.
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