
Ângela Maria da Silva Rocha, de 36 anos, morreu na manhã de quinta-feira (27/11) no Hospital da Fesat, em Aparecida do Taboado, após sofrer uma hemorragia durante o parto.
O velório ocorreu entre 20h e 0h no próprio município. Na manhã desta sexta-feira (28/11), o corpo foi transladado para Água Preta, em Pernambuco, terra natal de Ângela e de seu esposo, Carlos Magno de Lima.
A bebê sobreviveu. Trata-se de uma menina que recebeu o nome de Ágatha. Ângela deixa o marido, a recém-nascida e um filho de 14 anos.
De acordo com o diretor clínico do hospital, Juliano Marcheti, será instaurada uma sindicância para apurar detalhadamente as circunstâncias da morte.
Jucieire, amiga de Ângela e que acompanhava o caso, afirmou em entrevista que não houve omissão por parte da equipe médica que atuou no parto.
A reportagem do RCN Notícias apurou as informações sobre o que teria ocasionado o óbito da gestante na unidade hospitalar administrada pela Fundação Estatal de Saúde de Aparecida do Taboado (Fesat).