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Três Lagoas, 18 de junho

Alunos de Publicidade e Jornalismo de Três Lagoas são finalistas do Festival da Juventude da UFMS

Evento ocorreu em Campo Grande, durante os dias 25 a 28 de abril

Por Redação JPNews
02/05/2024 • 11h48
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Os estudantes dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, da Faculdade Integradas de Três Lagoas (AEMS), foram finalistas do "Festival da Juventude", um concurso cultural estadual, organizado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). O evento ocorreu em Campo Grande, durante os dias 25 a 28 de abril.

Nesta quinta-feira (2), as estudantes de Jornalismo, Any Galvão e Letícya Guimarães, juntamente com os alunos de Publicidade e Propaganda, Luiz Renato de Souza e Caio Gabriel Dias, participaram do programa RCN Notícias, da TVC HD, Canal 13.1, para compartilhar as experiências sobre o concurso.

No terceiro semestre de Jornalismo, Any conquistou o 3º lugar na categoria “reportagem escrita”. O tema escolhido foi “Vida sustentável, crise ambiental e futuro”. Com o título “Famílias fomentam agricultura sustentável e ‘abrem portas’ para a comercialização em Três Lagoas”. O texto aborda sobre os pequenos agricultores da área rural Cinturão Verde. “Anteriormente, nós, alunos, já havíamos feito um trabalho de divulgação na própria faculdade, em parceria com o curso de Agronomia, que está realizando o projeto “Transição Agroecológica em Rede”, onde eles prestam assistência técnica e ensinam o plantio livre de agrotóxico para os pequenos agricultores. Eu escolhi esse tema quando eu vi que se encaixava para participar do festival, pois, era algo que já conhecíamos, tanto os organizadores do projeto quanto os próprios agricultores. É importante trazer visibilidade para essa iniciativa”.

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Letícya ficou em 2º lugar na categoria “reportagem em vídeo”, com o tema “Diversidade, intolerância e sociedade democrática” e o vídeo intitulado “Registro do nome social em Três Lagoas”. “Nós participamos deste concurso por meio de um trabalho que foi passado na faculdade. Eu tive a ideia de falar sobre o registro do nome social no cartório civil de Três Lagoas. Fui atrás dos dados e dos entrevistados. Foi muito interessante, eu trouxe o contraponto de uma pessoa que havia conseguido o registro do nome e outra que não conseguiu. Apesar do processo ter se tornado menos burocrático, ainda há muitos desafios neste percurso. Nós não esperávamos ir para a final em Campo Grande, foi gratificante ter o trabalho reconhecido”.

Ela relata sempre ter gostado da área. “O jornalismo é uma paixão para mim, tanto na escrita, na produção audiovisual, edição de vídeo e no desenvolvimento da pauta. Sou apaixonada por esta profissão, sempre tive admiração pela área e a pandemia foi decisiva para esta escolha”.

Já para a Any, que atualmente atua como estagiária no Grupo RCN, foi diferente. “Eu entrei no Jornalismo e fui me descobrindo. Comecei a gostar realmente depois de ter entrado no Grupo RCN, onde você tem a experiência de vivenciar a redação na prática. O jornalista tem uma função importante na sociedade, a veracidade e honestidade são os pilares essenciais”.

O estudante de Publicidade e Propaganda do quinto semestre, Luiz Renato de Souza, alcançou o 1º lugar na categoria “reportagem em vídeo”, com o tema “Diversidade, intolerância e sociedade democrática”, e o tema “Racismo é normal?”. “Esse vídeo para o concurso foi um trabalho acadêmico que já estava produzido antes do festival. Quando soube dessa oportunidade, eu o adequei para as diretrizes do concurso. O meu vídeo é um questionamento a respeito do racismo, que tem aumentado o número de casos, mesmo em uma era com tanta informação. Eu não apareço no vídeo, dei espaço para pessoas que tem voz nessa história, essa é uma luta de todos. O preconceito precisa ser trabalhado com a criança, pois ela nasce ingênua e se torna preconceituosa por viver e conviver com falsos valores. É digno que a educação é fundamental na fase de formação da identidade da criança”.

Caio Gabriel Dias conquistou o 4º na categoria “poema”, que teve 10 finalistas selecionados, com o texto “Estive pensando”. “Eu escrevo desde a quarentena, e quando surgiu este festival, eu entrei em um dilema de criar um conteúdo para o concurso ou participar com algum material pessoal. Selecionei as duas opções e acabei escolhendo este poema, que é pessoal. Tive medo porque o texto fala sobre questionamentos meus, sobre amor, futuro e a vida. Me senti exposto pois foi a primeira vez que compartilhei algo que escrevi. Receber a ligação da equipe do concurso foi algo inesperado. Sendo uma pessoa artística, eu pretendo seguir no ramo de design e criação de artes, sempre gostei desta área”.

Confira a entrevista abaixo:

 

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