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Da carne vermelha ao peixe, saiba qual o melhor vinho para cada ocasião

Com linha sul-mato-grossense exclusiva, 067 Vinhos desmistifica a bebida

Por Isabelly Melo
07/06/2021 • 16h28
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Comemorado no primeiro domingo de junho (06), o dia Nacional do Vinho foi criado para enaltecer a produção brasileira. O projeto de lei que institucionalizou a data é de 2008, no entanto foi somente em 2015 o senador Lasier Martins enviou requerimento à publicação para que ele fosse aprovado em 2017.

067 Vinhos vende online, em formato e-commerce para todo país, e presencialmente na capital

Em Campo Grande, a 067 Vinhos (@067vinhos) tem como filosofia descomplicar a degustação da bebida, que pode parecer mais complicada do que realmente é, como afirma o sommelier da 067, Jonas Nascimento. “De forma alguma você precisa pagar caro para tomar um bom vinho. A gente pode encarar tomar um vinho, como ler um bom livro. Você começa aos poucos, experimentando, lendo sobre, e vai cada vez mais entendendo sobre o assunto”, afirmou.

Com vinhos a partir de R$75 até R$4 mil, a empresa é uma fomentadora do vinho nacional, com vinhos de diversas regiões, como Santa Catarina, Paraná, Salvador, Nordeste e outras. Conforme o proprietário, Alan Fernandes, os vinhos nacionais são extremamente ricos em sabor e aromas, sem perder em nenhum quesito para vinhos importados.

“O Brasil é um produtor de vinhos de ótima qualidade. Os vinhos daqui não ficam atrás dos importados, muito pelo contrário, aqui temos vinícolas mais tracionais, que optam por produção em menor escala e alta qualidade, assim como vinícolas focadas em larga produção, sem deixar de lado a qualidade da bebida”, disse.

Linha exclusiva da 067 Vinhos

Justamente com o intuito de valorizar a produção nacional, a 067 criou linha exclusivamente sul-mato-grossense. “Os vinhos são autorais, embora as uvas sejam do Rio Grande do Sul, nós pensamos no paladar sul-mato-grossense”, disse Jonas.

Com quatro tipos de vinhos, sendo um ‘Pinot Noir’, um espumante e dois ‘Grande Reserva’, é fácil sentir a regionalização dos vinhos logo na apresentação, que leva no rótulo imagens características de Mato Grosso do Sul, com capivaras, araras e o clássico homem pantaneiro.  Jonas explica a estruturação de cada um:

Eita Pega – Uva ‘pinot noir’, típica da França, mas bem adaptada ao clima brasileiro. O vinho, que não passa por barris de carvalho, é bem frutado, com aroma de frutas vermelhas, roma, morango, acerola, com um toque de hortelã fresco;

Aura Rosa – Espumante 100% ‘pinot noir’, passa 16 meses em autólise (processo pelo qual uma célula se autodestrói espontaneamente), perfeito para ocasiões de comemoração, mais leves e que pedem frescor;

Bonito – Perfeito para carne de carneiro assada com ervas, pernil ou paleta. Uva 100% ‘merlot’, o grande reserva passa por 12 meses de envelhecimento, entre os quatro vinhos é o mais complexo em sabor.

Comitiva Pantaneira – Pensado para acompanhar o arroz carreteiro, macarrão de comitiva e no churrasco sul-mato-grossense. Outro grande reserva, o Comitiva mistura porções de uvas ‘malbec’ e ‘cabernet franc’, com 12 meses em barrica de carvalho francês e americano.

Em entrevista à Rádio CBN Campo Grande, na manhã desta segunda-feira (07), o sommelier da 067 Vinhos deu dicas de harmonização e de bons vinhos, tudo isso sem apertar o bolso e com orientações simples para saber como ler corretamente as informações contidas no rótulo do produto.

Jonas Nascimento explicou que, para quem está iniciando no mundo do vinho, o importante é não ter medo de se arriscar e experimentar todas as variações que a uva oferece. “Cada um tem o próprio paladar, e só vai entender se prefere um vinho mais o tinto, branco, espumante e tantas outras infinidades se provar”, alertou o profissional. Confira:

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