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Construção da ponte rodoviária depende de processo rescisório

Obras da ponte rodoviária sobre o Rio Paraná podem ser iniciadas até o meio do ano

Construção de ponte desafogará trafego de veículos sobre a barragem da Usina de Jupiá -
Construção de ponte desafogará trafego de veículos sobre a barragem da Usina de Jupiá -

O início das obras de construção da ponte rodoviária sobre o Rio Paraná, que interligará os municípios de Três Lagoas ao de Castilho (SP) aguarda  processo de rescisão de contrato entre a empresa Camargo Correa e o governo federal. A Camargo Correa tinha vencido a primeira licitação para realizar as obras em 2001, mas devido a demora na liberação de parte do recurso que aconteceu em 2007, a empresa desistiu de executá-la por entender que o valor estava defasado. Na época, tinha sido liberado R$ 65 milhões, emenda de autoria do ex-senador Valter Pereira (PMDB).

No ano passado, outro processo licitatório foi aberto, e após quase um ano de disputa na justiça, a Construtora A. Gaspar S/A venceu a licitação, sendo classificada e homologada para executar as obras da ponte rodoviária.

Segundo o engenheiro do Departamento Nacional de Infraestrutura (DNIT), Milton Rocha Marinho, o início das obras só está no aguardo do processo de contrato entre a Construtora A. Gaspar e o governo federal. “Definindo esta questão da rescisão de contrato a construtora poderá iniciar as obras. Essa é uma situação burocrática que em breve deve ser resolvida”, disse, ressaltando que o processo de licitação foi concluído, sendo obedecido o prazo de recursos por parte das empresas participantes. “Essa é uma questão resolvida”, afirmou.

Marinho informou que parte do recurso está assegurada para o início das obras. “Estive em Brasília na semana passada, e todos estão confiantes de que a obra inicie até o meio deste ano”, disse.

A obra da ponte rodoviária está orçada em R$ 113 milhões, e será executada no prazo de aproximadamente dois anos. De acordo com o engenheiro do DNIT, cerca de 350 pessoas vão trabalhar na construção da ponte. “Esse é um empreendimento que vai utilizar mão de obra especializada, e mais equipamentos”, adiantou.


Milton Rocha Marinho esclareceu que a as licenças ambientais necessárias para construir a ponte já foram liberadas. A parte de desapropriação de áreas particulares e públicas também está acordada entre Prefeitura, governo federal, moradores e proprietários das terras que serão afetadas com a construção da ponte.