O empresário e irmão de Ronaldinho, Assis, informou nesta sexta-feira (7) o assessor de futebol do Grêmio, César Cidade Dias, que permanecerá no Rio de Janeiro para se reunir mais uma vez com o vice-presidente do Milan, Adriano Galliani. De acordo com Assis, houve um problema na rescisão de contrato que precisa ser resolvido. A torcida gremista que estava no aeroporto Salgado Fillho, em Porto Alegre, para recepcionar o jogador já deixou o local.
Na quinta-feira (6), Assis, Ronaldinho e Adriano Galliani concederam uma entrevista coletiva no Rio de Janeiro, no hotel Copacabana Palace. Na oportunidade, o meia-atacante não deu indícios de que poderia voltar a vestir a camiseta do Grêmio. Deu declarações políticas sobre o Tricolor gaúcho, Flamengo e Palmeiras, concorrentes na sua contratação. Assis afirmou que o destino do irmão deveria ser definido até quarta-feira da semana que vem (12).
Apesar do despiste, a chegada do meia-atacante estava prevista ocorrer nesta sexta-feira. O Grêmio estava pronto para anunciá-lo e chegou a reservar equipamentos de som para uma possível apresentação. A Empresa de Transporte e Circulação (EPTC) e a Brigada Militar ficaram de sobreaviso para a chegada de Ronaldinho a Porto Alegre. De acordo com a assessoria de imprensa da EPTC, nessa quinta-feira a diretoria gremista fez uma solicitação para que bloqueios fossem colocados nas vias próximas ao Olímpico.
O tenente Emanuel Saraiva, que pertence ao 1º Batalhão de Polícia Militar, afirmou que o Batalhão de Operações Especiais (BOE) teria destacado de 27 a 30 homens para "um evento" relacionado ao Grêmio. Apesar disso, o comandante do BOE, coronel Silanus Mello, não confirmou a informação.