
O Palmeiras enfrenta hoje o Santo André pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. Entre as muitas reclamações que todos os times que visitam o Estádio Bruno José Daniel fazem, uma das principais é a falta de iluminação. E o duelo está marcado para começar às 20h50.
Deola, goleiro que vem atuando como titular, até sorriu ao ouvir que a casa do “Ramalhão” era um pouco escura. “Um pouco?!”, riu, para logo garantir que todos estão acostumados à má condição de iluminação. “Em termos de escuridão, a gente dá um jeito. Todos já jogaram lá, sabem como é o campo”, assegurou.
E não é só a baixa potência dos refletores que preocupa. O gramado, na opinião dos atletas, também não costuma ajudar no espetáculo, e o elenco do Verdão já soube que, na partida em que os anfitriões venceram o Sampaio Corrêa, do Maranhão, e garantiram vaga na Copa do Brasil, uma tempestade diminuiu ainda mais a qualidade do palco.
Seja qual for a adversidade, os palmeirenses dizem estar focados mais no time do Santo André, já rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Paulista. Entretanto, como o confronto será válido pela Copa do Brasil, até mesmo uma derrota não seria tão lamentada no ABC.
“É muito bom jogar a primeira fora, eu prefiro. Às vezes, você pode até perder, desde que faça gols fora de casa, porque favorece bastante. Mas é lógico que precisaremos de uma cautela muito grande”, argumentou Deola.
Já Cicinho, que era jogador da equipe do ABC no ano passado, pede alerta total para não haver desespero na busca pela classificação no duelo de volta, no dia 21, no Pacaembu. “Mata-mata é complicado. Em dois jogos, se você bobear fora, é difícil furar o bloqueio. Sabemos que o time deles é difícil”, apontou o lateral direito.