
O ano novo começou trazendo, além de novos projetos e metas pessoais, uma preocupação constante com a vida financeira dos três-lagoenses. O cenário econômico do país exige cautela, especialmente para quem busca reorganizar o orçamento ou tirar planos do papel em 2026.
Atualmente, o Brasil apresenta um crescimento moderado do Produto Interno Bruto (PIB), inflação controlada, porém próxima ao teto da meta, e uma taxa de desemprego considerada baixa. Apesar disso, o endividamento das famílias segue elevado, e os juros altos continuam freando o consumo e os investimentos.
Outro ponto de atenção é o aumento da dívida pública e dos gastos fiscais, que gera incertezas sobre o futuro da economia. A inflação, mesmo sob controle, segue pressionando o orçamento doméstico, encarecendo itens básicos e reduzindo a margem financeira das famílias.
Os juros elevados impactam diretamente o dia a dia da população, dificultando o acesso ao crédito e tornando financiamentos mais caros. Com isso, o trabalhador acaba perdendo poder de compra, sentindo os efeitos no consumo e na qualidade de vida.
Segundo o economista e professor de Economia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Marçal Rogério Rizzo, esse conjunto de fatores exige planejamento financeiro e decisões mais cautelosas ao longo do ano, principalmente diante de um cenário econômico que ainda inspira atenção e cuidado.