Três Lagoas, 27 de outubro
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O Banco do Brasil iniciou nesta semana a comitiva Agro no MS. A ação começou por Campo Grande e passou pelos municípios de Chapadão do Sul e Três Lagoas. Na próxima semana estará em Corumbá, e depois percorrerá também os municípios de Naviraí, Dourados, Nova Andradina e Maracaju. Durante evento da comitiva Agro, em Três Lagoas, o superintendente do Banco do Brasil, em Mato Grosso do Sul, Marcel Figueiredo, concedeu entrevista ao Grupo RCN de Comunicação e falou da ação.

Qual o objetivo dessa comitiva?

Marcel Figueiredo- A comitiva Agro é uma iniciativa do Banco do Brasil aqui do Mato Grosso do Sul, voltada para a aproximação do Banco do Brasil com os produtores rurais, parceiros e todos aqueles que fazem parte da cadeia do agronegócio.  O Banco do Brasil tem diversas novidades para esse novo ano safra. É importante que a gente faça chegar todas essas novidades ao produtor. Esse é um dos nossos objetivos, levar conhecimento, informação e fortalecer nossas relações e parcerias.

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E a comitiva faz justamente isso, percorrendo regiões importantes?

Marcel Figueiredo A gente vai percorrer as principais regiões agrícolas, conversando com os clientes, com os produtores e os intervenientes, levando informações. Para cada região existe uma particularidade sobre a ótica de qual é a cultura, a questão do solo, enfim, daí a gente leva uma informação mais específica para o produtor de cada região.

E quais são as linhas de crédito para esse público?

Marcel Figueiredo A gente tem as linhas de créditos tradicionais que os produtores já conhecem, os custeios, as linhas de investimentos, mas estamos destacando também as linhas de energia renováveis, a energia verde. É importante que o produtor saiba quais são todos os portfólios que o Banco do Brasil tem para essa questão da energia verde, as placas fotovoltaicas. Tem se falado muito sobre a questão da emissão zero de carbono e o produtor começa a se preocupar com isso. E o Banco do Brasil tem um aparato muito importante para oferecer a esse produtor. Além disso, temos as linhas digitais. No agronegócio, o Banco do Brasil já está quase 100% digital, e essas são algumas das novidades que estamos divulgando.

A conta de energia elétrica está cada vez mais cara, então compensa um investimento na geração de energia solar? 

Marcel Figueiredo Além de ser um assunto extremamente relevante para os próximos anos, pois além de gerar energia limpa, o investimento se paga em quatro, cinco anos, no máximo.  O produtor pode buscar mais informações, a gente faz uma simulação para analisar a viabilidade desse investimento. A pandemia da Covid- 19 hoje está mais controlada, com a vacinação alcançando um número maior de pessoas, a gente tem visto que as coisas vão caminhando para o novo normal.

Esse é o momento de fazer novos investimentos?

Marcel Figueiredo Sem dúvida nenhuma. Quando a gente olha para o futuro, o cenário macroeconômico é positivo, a gente vê uma forte retomada econômica, projeção de PIB da ordem de 4% a 5%. Quando a gente fala do PIB do agronegócio é mais relevante ainda, a gente fala de 25% a 30% na participação no PIB do segmento primário, do agronegócio. A gente vê uma redução nos casos de Covid e Mato Grosso do Sul liderando o ranking na campanha de vacinação, então é o momento sim. A gente acredita muito nessa retomada e o Banco do Brasil está junto com o produtor para que possamos retomar juntos.

E qual o valor das linhas de crédito que o Banco do Brasil tem disponível hoje?

Marcel Figueiredo O Banco do Brasil colocou um volume recorde nesse ano safra de R$ 135 bilhões para esse novo ano safra. Semana passada houve um novo aporte de mais R$ 10,7 bilhões voltados para as linhas de investimentos de lavouras que tiveram intempéries climáticas.  E aqui no Mato Grosso do Sul o meu objetivo é superar entre 10% a 12% do share desta participação destinada ao banco como um todo.

 


 

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