RÁDIOS
Três Lagoas, 30 de junho

O Jornal do Povo e a cidade

Leia o Editorial do Jornal do Povo deste sábado (11)

Por da Redação
11/06/2022 • 07h01
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O Jornal do Povo celebra os seus 73 anos de circulação junto com Três Lagoas nos seus 107 de emancipação político - administrativa. É o jornal mais antigo de Mato Grosso do Sul em circulação.

Desafia as mudanças tecnológicas sem delas se afastar. Diante do avanço da informação na internet e nas redes sociais, continua sendo impresso sem deixar de estar atento às sucessivas mudanças no modo fazer circular a informação.

Seus ideais continuam sendo os mesmos da luta daquele que continua ser a sua chama acesa - Stênio Congro, que inspira e anima a vontade em continuar fazê-lo circular.

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Sua memória não se apaga. E, é nos seus exemplos, que se arranca a força diária para incentivar todos, os quais com isenção e comprometimento, fazem veicular a notícia como ela se dá. 

Na sua redação como nas demais do Grupo RCN de Comunicação, nos veículos de rádio e televisão o ideal de informar não se apaga, pois é na força dessa trajetória que se cultiva a chama acessa por Stênio Congro. Não apagar ou se deixar apagar, essa é a ordem.

O Jornal do Povo acompanha como pode, mas com esforço e idealismo a transformação que alcança o público leitor. Não se afastou daqueles que têm o antigo hábito de manusear as páginas entintadas que imprimem no papel as notícias do dia-dia.

Mas, também, não deu as costas e nem teimou em relegar essa revolução tecnológica, que encanta e proporciona a chegada da notícia com uma velocidade fantástica de alcance inimagináveis naqueles tempos revolucionados com a impressora concebida por Gutemberg.

O compromisso de fazê-lo circular impresso continua de pé, enquanto houver forças e disposição por partes daqueles que hão de suceder essa missão recebida como legado e compromisso igual ao assumido por Stênio Congro em 1962 para ser seu editor.

Tomara que essa chama e ideal não se apaguem, pois é o jornal do interior que enfoca os acontecimentos das cidades e regiões por onde circula. Registra o cotidiano, reporta as manifestações políticas e os reclamos da sociedade civil organizada.

Enquanto publicado, difere dos grandes jornais de circulação nacional, os quais não tem espaço para registro de fatos que acontecem por onde circula nesse nosso imenso interior.

E, muito menos denunciam de maneira fundamentada um acontecimento que exige uma providência mais imediata ou enérgica por parte das instituições que têm por dever proteger, fazer valer a lei, preservar costumes, corrigir descaminhos, enfim, proteger os cidadãos e a sociedade como um todo.

Aliás, olhando para essas questões é que o saudoso jornalista Alberto Dines, instituiu uma organização de caráter civil, sem fins lucrativos, para orientar empresas jornalísticas do interior.

O Jornal do Povo teve a felicidade de se ver incluído nesta escola, quando pode receber em sua sede profissionais gabaritados para orientar, desde técnica em redação até como ingressar no mundo tecnológico das redes sociais. Estamos caminhando, não vamos esmorecer.

Estamos aptos e prontos para a cada dia estar mais perto do mundo digital, sem abdicar da versão impressa que fascina o antigo leitor, mas ao mesmo tempo estamos publicando com agilidade notícias diante da evolução digital desta era de vida moderna, de transformação e crescimento.

O desafio é encantar essa geração de gente nova que em tempos de versão digital precisa ser estimulada a ler notícias e delas fazer a avaliação crítica e construtiva.

 

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