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Três Lagoas, 28 de fevereiro

USF Nova Três Lagoas promove matinê da saúde no carnaval

Ação contou com diversos serviços e atividades para a promoção da saúde e o bem-estar dos jovens, incluindo gravidez na adolescência

Por Any Galvão
12/02/2024 • 15h36
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O Carnaval, momento marcado por festa e folia, também pode ser oportuno para abordar questões relacionadas à saúde de crianças e adolescentes. Com esse propósito, a unidade de saúde do bairro Nova Três Lagoas promoveu uma matinê da saúde, oferecendo brincadeiras e informações voltadas para esse público.

A estudante Maria Eduarda, de 17 anos, reconhece as responsabilidades que os jovens têm com sua própria saúde, incluindo a importância da educação sexual. Ela conta entende a relevância do assunto, pois sua mãe sempre a orientou e acha importante para o aprendizado.

Durante o evento, foram disponibilizados serviços de aferição da pressão arterial e glicemia, além de orientações sobre infecções sexualmente transmissíveis. Para tornar a festa mais animada, também foram oferecidos pipoca, algodão doce e diversas brincadeiras para as crianças.

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O médico da família e comunidade, Vinícius Tabox, foi convidado para palestrar sobre a prevenção da gravidez na adolescência, destacando a relevância da educação sexual para os jovens e a importância de conhecerem os métodos contraceptivos.

A coordenadora da unidade de saúde do Nova Três Lagoas, Doane Melo, enfatiza que a iniciativa foi planejada para proporcionar às crianças e adolescentes um momento de diversão com enfoque em temas pertinentes à saúde nessa faixa etária.

Este foi o primeiro evento desse tipo organizado na unidade, e a participação da comunidade tende a estimular a realização de futuras ações semelhantes.

Dados do Ministério da Saúde revelam que, no Brasil, uma em cada sete gestações ocorre em mães adolescentes, com uma criança nascendo de uma jovem com menos de 18 anos a cada 48 horas. Além disso, 32% das meninas grávidas se tornam mães novamente em menos de um ano. O índice de gravidez na adolescência no Brasil supera a média da América Latina, conforme a Organização Mundial da Saúde.

Veja a reportagem sobre o assunto abaixo:

 

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