
O cacique de um acampamento indígena da etnia guaraní-kaiwá permanece desaparecido após o ataque de um grupo de pistoleiros, que teria ocorrido na manhã de sexta-feira (18), em uma fazenda entre os municípios de Aral Moreira e Amambai, na faixa de fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai. A informação é do coordenador regional da Fundação Nacional do Índio (Funai), Sílvio Raimundo.
A perícia policial colheu fragmentos de munição e vestígios de sangue no acampamento. Exames devem apontar se as amostras são de material humano. Os acampados relatam ainda que o líder deles teria sido morto com um tiro no pescoço, e que o corpo teria sido colocado em uma caminhonete.