
O motorista que costuma atravessar a barragem do Jupiá se irrita com a quantidade de buracos na pista. No trecho do lado do Estado de São Paulo, a conservação da pavimentação asfaltica ainda é pior, e é comum a ocorrência de pequenos acidentes, causados pela grande quantidade de buracos.
A parte paulista da rodovia, cerca de cinco quilômetros, é de responsabilidade da Companhia Energética de São Paulo (CESP). Segundo a Divisão de Comunicação da CESP, cerca de seis mil veículos circulam diariamente sobre a barragem; 40% são caminhões e carretas.
A CESP informou por email ao Jornal do Povo que “em função das intensas chuvas registradas na região nos últimos dias foi necessária a execução de manutenção emergencial no pavimento asfáltico sobre a barragem da margem esquerda, do lado do Estado de São Paulo. Esse serviço foi feito na semana passada, com emprego de asfalto "a quente", de forma a melhorar as condições de tráfego do trecho”.
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