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Por grupo, Neymar e Ganso dispensam "mordomia" de Muricy

Muricy havia afirmado que pretendia deixar os dois atletas com total liberdade para armar as jogadas e criar no meio de campo santista

Os atletas devem dispensar a "mordomia" para ajudar o grupo na marcação -
Os atletas devem dispensar a "mordomia" para ajudar o grupo na marcação -

Para derrotar o Deportivo Táchira-VEN na próxima quarta-feira, às 19h30 (de Brasília), no Estádio Pacaembu, e conseguir vaga nas oitavas de final da Copa Libertadores da América, o técnico do Santos, Muricy Ramalho, pretendia dar total liberdade ao meio-campista Paulo Henrique Ganso e ao atacante Neymar, principais estrelas do time. Contudo, os atletas devem dispensar a "mordomia" para ajudar o grupo na marcação.

"Nós sabemos que isso é só da boca para fora, pois Neymar e Ganso também marcam muito. São jogadores de grupo e que não vão concordar em ver o resto do time correndo atrás do adversário sem fazer nada. Tanto é que, contra o Cerro Porteño (quinta passada, em Assunção), o Ganso roubou várias bolas. O Neymar também sempre corre atrás quando perde a jogada", afirmou o lateral direito Jonathan.

Muricy havia afirmado que pretendia deixar os dois atletas com total liberdade para armar as jogadas e criar no meio de campo santista. O clube alvinegro precisa derrotar o Táchira para classificar-se às oitavas de final da competição continental.

"Temos jogadores que atacam muito, mas precisamos ter no meio atletas de mais sustentação para deixarmos Ganso e Neymar livres para jogar", havia declarado Muricy Ramalho.

Em caso de derrota no Pacaembu, o Santos estará eliminado da Libertadores, desde que o Cerro Porteño some pontos contra o Colo Colo-CHI, no outro embate do Grupo 5. O empate só classifica o Santos se o Cerro sucumbir diante do time chileno.