Com o desafio de devolver à natureza mais aves da espécie ameaçada de extinção, o Projeto Arara Azul chega a 6 mil animais registrados e agora pede o apoio da população para descobrir em que locais as aves são vistas em Mato Grosso do Sul.
Quando o projeto começou, há quase 13 anos, havia cerca de 1,5 mil araras azuis na natureza. O número aumentou quatro vezes, graças ao empenho diário de biólogos, o que envolve acompanhamento de ninhos espalhados pela região pantaneira.
No Refúgio Ecológico Caiman, em Miranda, fica a base da equipe do Instituto Arara Azul, responsável pelo serviço de conservação da espécie.
O trabalho começa pela manhã, quando a equipe sai a campo para monitoramento dos ninhos, para verificar a condição dos filhotes.
Em 1998 houve a implantação da 1ª base de campo na Caiman e hoje são duas bases com monitoramento nas regiões da Nhecolândia e Abobral.
Segundo o instituto, também há o envolvimento da comunidade, com educação ambiental para crianças, peões e fazendeiros no Pantanal, além de palestras e oficinas de corte-costura e artesanato.