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Três Lagoas confirma os primeiros casos de dengue de 2026

Boletim da SES aponta 780 casos prováveis da doença em Mato Grosso do Sul e nenhum óbito confirmado até a 4ª semana epidemiológica.

Três Lagoas confirma os primeiros casos de dengue de 2026

Mato Grosso do Sul já contabiliza 780 casos prováveis de dengue em 2026, dos quais 42 foram confirmados até o momento. Os dados constam no Boletim Epidemiológico da Dengue, referente à 4ª semana epidemiológica, divulgado nesta terça-feira (3) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). Segundo o levantamento, não há óbitos confirmados nem mortes em investigação pela doença no Estado.

Entre os municípios com registros confirmados, Três Lagoas aparece com dois casos de dengue neste início de ano. De acordo com o boletim, a incidência no município é de 1,5 caso para cada 100 mil habitantes, índice considerado baixo em comparação com outras cidades sul-mato-grossenses.

No ranking estadual de casos confirmados, Maracaju lidera com nove registros, seguido por Campo Grande, com três casos. Municípios como Costa Rica, Sete Quedas, Sidrolândia, Cassilândia, Chapadão do Sul e Três Lagoas aparecem na sequência, com dois casos cada. Outras cidades contabilizam apenas um caso confirmado até o momento.

Quando analisada a incidência da doença, Maracaju também ocupa a primeira posição, com taxa de 20 casos por 100 mil habitantes. Sete Quedas e Santa Rita do Pardo aparecem logo depois, com incidências de 18,2 e 14,2, respectivamente. Três Lagoas figura entre os municípios com menor impacto proporcional da doença.

A SES reforça que, mesmo com números ainda moderados, o cenário exige atenção, principalmente devido às condições climáticas favoráveis à proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. A orientação é para que a população elimine focos de água parada e procure atendimento médico ao apresentar sintomas como febre alta, dor no corpo, dor atrás dos olhos e mal-estar.

O boletim destaca ainda que os dados são atualizados semanalmente e podem sofrer alterações conforme novas notificações e confirmações laboratoriais sejam incorporadas ao sistema de vigilância epidemiológica.