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Abandonando o barco

Conforme vem sendo divulgado pela Imprensa, os chamados partidos do Bloco Democrático Reformista (BDR), formado pelo DEM, PPS e PSDB, em vários Estados, incluindo Mato Grosso do Sul, estariam abandonando o barco que apoia a eleição do ex-governador de São Paulo, José Serra, para presidente da República. No Estado, a heroína da resistência, que se mantém firme no barco, que ameaça afundar, conforme mostram as pesquisas, continua sendo a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS).

Cola para eleitores

Ótima a iniciativa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de produzir mais de 54 milhões de folhetos para serem usados como cola para os eleitores anotarem os números de seus candidatos.
O material será distribuído para todos os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). As "colinhas" vão estar disponíveis em todos os cartórios eleitorais. O principal objetivo da campanha é evitar as filas e os votos nulos.
“Voto é secreto, mas não tem mistério”, está escrito na página principal do folheto. No verso, há espaço para anotar os números: são cinco algarismos para deputado estadual/distrital; quatro algarismos para deputado federal; três para cada um dos dois senadores; dois para governador e dois para presidente. Ótima medida, oficializando o que o povo já fazia há anos.

Candidatura barrada

A ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Carmen Lúcia, indeferiu o registro da candidatura do empresário Pedro Chaves (PSC). Ela acatou o argumento da Procuradoria Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul, que se baseou no fato do candidato a primeiro suplente do senador Delcídio do Amaral (PT), também candidato à reeleição, haver deixado a presidência da Junta Interventora da Santa Casa de Campo Grande, após o prazo previsto em lei. Segundo Delcídio, não há motivos de preocupação, porque se trata de uma decisão individual da ministra e que o Plenário do TSE poderá reverter o julgamento. Para os dirigentes do PSC, Pedro Chaves administrava uma entidade privada que gerencia recursos públicos, apenas em forma de contrato.

Lombadas escuras

Veio a calhar a Indicação do vereador Celso Yamaguti (DEM), encaminhada ao chefe do Departamento Municipal de Trânsito, na sessão de ontem (31) da Câmara Municipal. O vereador solicitou que os redutores de velocidade, mais conhecidos como lombadas, notadamente, os da avenida Clodoaldo Garcia, recebam nova pintura reflexiva. O vereador está certo na sua reivindicação, em nome do povo, porque, em muitas lombadas não existe nem sequer a obrigatória sinalização, ao menos a 50 metros de distância, para que haja a devida redução de velocidade. Em muitas outras lombadas, o Departamento de Trânsito não seguiu as devidas normas técnicas de ondulação e altura do nível do asfalto, colocando em risco, não só a mecânica dos veículos, mas também a segurança dos condutores. O caso precisa de atenção especial. Legislação é para ser seguida por ambas as partes.

Boa lembrança

Na Tribuna da Câmara, ao receber Moção de Congratulação, em nome da escola da Funlec, pelo bom índice de aprovação dos alunos nas provas do Enem,  a professora Elizabeth Zanoni, lembrou que o vereador Tonhão (PPS), já como aluno daquele colégio, principalmente, nas aulas de História, demonstrava sua vocação política. Ele falava tanto, sem dar chances aos demais colegas de se manifestar, que a professora precisava sempre intervir. Em todas as aulas, a diretora lembrou que precisava dizer: “Tonhão basta, agora chega, Tonhão”.

Meio ambiente agradece

Foi lido na sessão de ontem (31) da Câmara o Projeto de Lei, de autoria do presidente da Casa, vereador Fernando Milan Amici (PMDB). Se a proposta do vereador for aprovada em Plenário e transformar-se em Lei, após a sanção do Executivo, os estabelecimentos comerciais que vendem lâmpadas serão obrigados a dispor de um tipo de lixeira para coleta das que não estiverem mais em uso. É mais uma forma de evitar a contaminação do meio ambiente com materiais perigosos e tóxicos e favorecer o descarte de lâmpadas queimadas, dando-lhe o destino ecologicamente correto. O Planeta e o meio ambiente agradecem.