Para proteger o ninho, um bem-te-vi meio zangado resolveu implicar com quem passa pela rua, em Campo Grande. Muita gente que trabalha pela região tenta se proteger como pode. Eles usam sacolas, bolsas e capacete perto da cabeça.
Ao lado do bem-te-vi, é possível enxergar um ninho no poste. Mas as pessoas que passam pela calçada não chegam a reparar na "casa" da família e não têm intenção de perturbar a família. Mesmo assim, são atacadas.
O gráfico Ataíde Silva tentou ser amigo da ave. “Eu converso com ele e, enquanto isso, ele não vem. Mas é só virar as costas e ele ataca", conta.
O contador Rafael Moura teve menos sorte. Ele ficou com uma marca no rosto. "Hoje de manhã, estava chegando ao escritório e o passarinho me arranhou. Quase pega no meu olho", diz ele.