Foram retomados na manhã desta sexta-feira (14) os trabalhos de retirada dos escombros no local onde uma lanchonete explodiu no Centro do Rio, deixando 3 mortos e 17 feridos – 3 em estado grave. Segundo o subsecretário de Defesa Civil, Márcio Mota, o trabalho recomeçou às 7h e é feito por equipes de uma empreiteira contratada pela Prefeitura.
Oportunidade
Prefeitura retoma limpeza de local onde lanchonete explodiu no Rio
Equipes de uma empreiteira retiram escombros do Centro da cidade
Para facilitar o trabalho, algumas ruas da região permanecem interditadas nesta manhã desta sexta-feira (14).
Segundo o Centro de Operações Rio, as vias interditadas são Rua Visconde de Rio Branco (na altura da Praça Tiradentes), Rua da Carioca, Rua da Assembleia (a partir da Avenida Rio Branco) e Avenida República do Paraguai (em frente à Rua Evaristo da Veiga, em direção à Rua da Carioca).
A CET-Rio instalou quatro painéis móveis informando sobre as interdições. Os painéis ficam nos seguintes locais: Rua República do Paraguai, antes do Largo da Lapa, sentido Praça Tiradentes; Avenida Marechal Floriano, antes da Av. Passos, sentido Rio Branco; Rio Branco, antes da Rua da Carioca; e Avenida Passos, antes da Avenida Presidente Vargas.
Até a noite de quinta-feira, quatro vítimas da explosão permaneciam internadas em hospitais da rede pública do Rio.
Dono de restaurante recebe alta
Em estado de choque, o dono da lanchonete, Carlos Rogério do Amaral, chegou a ser hospitalizado ao saber do acidente, mas já teve alta. Ele deu entrada no Hospital Quinta D´Or, em São Cristóvão, na Zona Norte. Segundo amigos, Carlos Rogério desmaiou e teve aumento na pressão arterial. Ele recebeu sedativos e acompanhamento psicológico e foi liberado.
Vazamento de gás
Baseado em 12 depoimentos de testemunhas, o delegado da 5ª DP (Mem de Sá), Antônio Bonfim, responsável pela investigação, afirmou que foi comprovada a existência de vazamento de gás. Segundo a polícia, o dono do restaurante pode responder por homicídio doloso.