Após o vice-presidente de futebol do Palmeiras, Roberto Frizzo, declarar que o gladiador Kleber não atua mais pelo Palmeiras, em Belo Horizonte a noticia da volta do atacante para o Cruzeiro começa a ganhar a força. O presidente eleito da Raposa, Gilvan de Pinho Tavares, já afirmou que para 2012 a possibilidade existe, já que o time mineiro detém 50% dos direitos econômicos do atleta, mas até o momento nada foi conversado.
"O Kleber só poderia, ser for o caso de voltar, atuar pelo Cruzeiro em 2012, porque já fez mais de sete partidas em outros clubes, então, jamais a gente pensaria nisso agora. O Cruzeiro tem 50% dos direitos do Kleber, mas não é momento de se conversar não há possibilidade dele vir agora. Posteriormente, evidentemente que o Cruzeiro tem interesse no que for acontecer com esse atleta", disse.
Além de ter extrapolado o limite de jogos, Kleber também não poderia voltar a vestir a camisa do Cruzeiro neste Campeonato Brasileiro porque as incrições para a competição estão encerradas.
Segundo Gilvan, a comissão técnica do clube ainda não foi consultada sobre o retorno de Kleber. "Não conversamos com treinador, diretor de futebol, ainda não houve nenhuma manifestação dentro do Cruzeiro", declarou o dirigente, que também foi questionado sobre a contratação do lateral-esquerdo Ávine, que atua pelo Bahia e que vem sendo ventilado na Toca da Raposa.
"Jamais conversamos com o Ávine, jamais mandamos fazer contato com empresário e não faríamos isso com o Bahia, nosso adversário direto. O Cruzeiro sempre foi ético", explicou o dirigente, que garante que o momento é de concentrar forças para evitar o rebaixamento do clube e só depois a possibilidade de contratar jogadores será comentada.
"Não é momento para falar em jogadores que não estão no elenco, para não desestabilizar o plantel. Não vamos criar situação para desestimular esse ou aquele jogador do Cruzeiro, dizendo que estamos trazendo outro jogador para a posição dele. Depois vamos ver o que será feito com o atleta e vamos defender o nosso interesse econômico", concluiu.