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Empresas não resolvem problemas e fios seguem soltos

Algumas empresas iniciaram serviços de manutenção, mas não houve solução

Por Lucas dos Anjos
13/11/2018 • 14h22
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Um mês depois da denúncia do JPNEWS sobre cabos de cobre soltos ou amarrados em postes e árvores, pouca coisa mudou e, o problema segue colocando medo em moradores de Paranaíba. “Encontrei um fio solto na calçada de casa e eu enrolei para não ficar solto”, conta o entregador Cláudio Renato Garcia Leal, de 45 anos, que mora no centro da cidade.

Algumas empresas iniciaram serviços de manutenção, mas em pontos críticos como o caso de fios amarrados no semáforo da Praça da República, nada foi feito.

No bairro Universitário 2, outro fio solto impede que o administrador José Cícero Melo, 32, abra o portão da casa onde mora. Ele diz que não sabe a quem recorrer para resolver o problema.

A servidora pública Cassia Braga, de 26 anos, tomou um susto quando um fio solto enroscou na moto que ela pilotava, no centro de Paranaíba. “Não sabia se era fio de alta tensão. Ele [o fio] enrolou tudo na moto”, disse. O professor Tiago Sanchez Tobal, 27, que teve o percurso em que fazia com a motocicleta interrompido após enroscar o pescoço em um fio solto na rua. “Fiquei com medo de choque porque não sabia se o fio era de telefone”, explica.

A época em nota, a Energisa, concessionária da rede elétrica do município, esclareceu que o cabeamento de telecomunicação lançado nos postes de energia, pertencem a empresas de telefonia.

A Tim, uma das empresas de telefonia que opera na cidade, disse que segue “rigorosamente os padrões e normas técnicas de compartilhamento de uso mútuo de postes e que faz manutenção preventiva”. A Algar Telecom disse que corrige “problemas pontuais menor prazo possível”. Ambas as empresas se comprometeram a enviar técnicos para checarem a denúncia.

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