justiça da 3ª Vara criminal de Dourados aceitou o pedido de liberdade provisória para o Policial Federal Leonardo de Lima Pacheco, de 35 anos, acusado de matar um policial militar Sandro Alvares Morel, de 36 anos durante um tiroteio.
O PF alegou legitima defesa na morte de Morel que o surpreendeu junto com a guarda municipal Zilda Aparecida Rodrigues com quem havia marcado um encontro pela internet, onde o Leonardo se fez passar por traficante e Zilda por prostituta. No entanto, no dia do encontro a guarda municipal avisou o serviço reservado sobre o até então encontro com um traficante e na abordagem da PM e de Zilda houve troca de tiros.
Leonardo que ficou internado até quinta-feira (12) no Hospital Santa Rita depois de ser atingido no abdômen durante a troca de tiros, alegou ainda que tem residência fixa, é réu primário e tem bons antecedentes.
A guarda municipal, já foi afastada de suas funções e também foi instaurado um inquérito pela Guarda Municipal de Dourados para apurar as circunstancias do crime.
O envolvimento
De acordo com informações, tudo começou depois de uma suposta proposta feita pelo Policial Federal, para uma Guarda Municipal por meio do MSN na internet. Ele teria proposto sexo em troca de drogas.
A guarda estava mantendo uma conversa com o policial e eles teriam marcado um encontro. A guarda então teria acionado a Polícia Militar. Os PMS Sandro Alvarez Morel e José Pereira de Souza, acompanhados da guarda municipal.
Quando chegaram ao local do crime, o PM Morel deu voz de prisão ao policial federal. Conforme informações, houve troca de tiros e o PM Morel foi baleado e morreu no local. José e Leonardo saíram baleados e foram encaminhados para o hospital da cidade.