A Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade apresentou pouco depois das 10h deste sábado (9) os dois homens suspeitos de intermediar a venda do revólver calibre 32 ao atirador Wellington Menezes de Oliveira, 23 anos.
O ex-aluno da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, também na zona oeste, matou 12 estudantes e feriu outros 12 na manhã de quinta-feira (7). Ele se matou após o massacre atirando contra a própria cabeça.
Os agentes do Batalhão de São João de Meriti (21º BPM), na Baixada Fluminense, chegaram até os suspeitos após um policial à paisana ter ouvido uma conversa entre os dois, que dizia “você viu como a nossa arma estava afiadinha? Você viu o estrago que ela fez?”. Imediatamente, o policial acionou o batalhão que, ao chegar ao local, prendeu os homens em flagrante.
Eles foram encaminhados para a Delegacia de Homicídios, onde prestaram depoimento até o início da madrugada deste sábado. O delegado Felipe Renato Ettore, responsável pela investigação, pediu a prisão temporária dos dois suspeitos.