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Contra extinção de espécies, Cesp faz manejo pesqueiro em Castilho

A Estação de Hidrobiologia e Aquicultura de Jupiá está localizada em Castilho, próxima à Usina Hidrelétrica Engenheiro Souza Dias

São liberadas em épocas específicas mediante o monitoramente dos reservatórios, estão o dourado, piracanjuba, piapara, curimbatá, pacuguaçu, pintado, jurupoca e jaú -
São liberadas em épocas específicas mediante o monitoramente dos reservatórios, estão o dourado, piracanjuba, piapara, curimbatá, pacuguaçu, pintado, jurupoca e jaú -

A formação de reservatórios de usina hidrelétricas afeta as características dos rios. Podem ocorrer alterações na abundância das espécies, com proliferação excessiva de algumas e redução de outras. A Cesp (Companhia Energética de São Paulo) mantém desde a década de 70 o programa de manejo pesqueiro, com os objetivos de garantir a conservação da diversidade de espécies de peixes, e tentar amenizar os efeitos ambientais gerados pelos reservatórios.

A Estação de Hidrobiologia e Aquicultura de Jupiá está localizada em Castilho, próxima à Usina Hidrelétrica Engenheiro Souza Dias. A unidade possui 983 metros quadrados de edificações e 154 tanques de aquicultura. Produz anualmente 3,2 milhões de alevinos de oito espécies de piracema da bacia hidrográfica do Alto Paraná.

Entre as espécies procriadas em cativeiro, que são liberadas em épocas específicas mediante o monitoramente dos reservatórios, estão o dourado, piracanjuba, piapara, curimbatá, pacuguaçu, pintado, jurupoca e jaú. Segundo René Alberto Fuster Belmont, da Divisão de Recuperação e Conservação de Ecossistemas da Cesp, a soltura de peixes é apenas uma das ferramentas utilizadas pelo programa de manejo pesqueiro.